terça-feira, 22 de junho de 2010

NÃO ( 20 de março 2007 )

NÃO

Cair do cavalo
Quebrar a cara
Cuspir contra o vento
Subir por onde se desce
Correr em círculos
Tapar o sol com a peneira
Sonhar acordado
Colocar a mão em cumbuca
Olhar os dentes do cavalo dado
Atirar a primeira pedra
Desejar a mulher do próximo
Cair em tentação
Por que não?
Quem disse isso?
Quem criou estas regras?
Chega de ser mesquinho
Basta de ser certinho
Calhordas vivem felizes
Sem respeitar estas regras
Não quero ser cafajeste
Mas quero viver

CETTE HISTOIRE ( 15 de março 2007 ) todas

CETTE HISTOIRE

Dis-moi
Pourquoi nous somme là?
Pour sourire
Un regard
Je suis venu pour vivre toi!

Dis-moi ma belle
L’ombre de nuages
Cette histoire
Je suis comme ça pour elle

Dis-moi des mots
Mais encore?
Cheveux gris
Je suis arrivés très tôt

Dis-moi mon amour
Ma dignité, plus ou moins
Un rayon de lumière
Tu viendras chaque jour

Dis-moi ma petit
Je t’aime aussi
Pour oublier les temps
Nous somme au même lit

OLHE PRA MIM ( 13 de março 2007 )

OLHE PRA MIM

Venha pra me dizer
Você também quer ouvir
Tudo que pensou
Eu já descobri
Lágrimas se formam
Neste meu silêncio

Caminhos a percorrer
Sem saber, por quê?
Hoje já não estamos
Ontem não existiu
O amanhã tarde demais
Você pediu assim

Olhe para mim
Veja tudo que eu sou
Escolha uma razão
Me deixe com o vento
Olhe para o mundo
Lá estarei também
Escute a tua voz interior

Venha me falar
Tudo quero escutar
Já li em teus olhos
Um amor sem igual
Olhe pra mim
Você não mais verá
Embora eu pra ti esteja

PARADOXOS ( 11 de março 2007 )

PARADOXOS

Você tem nos olhos
Algo que me perturba
Você e teus lábios
Me faz perder a cabeça
Traga-me a paz
Diga pra mim, me machuque
Fale tudo sem piedade
Irei sorrir depois
Melhor do que chorar inocentemente
Olhe pra mim e veja
Que em mim tens um espelho
Veja tua verdade sem medo
Seja feita a vossa vontade
Ouça o teu coração
Reflita e diga-me tudo
Se depois disso
Ainda sobrar um pouco de mim?
Faça bom proveito
Serás a dona dos restos
Serei eu o escolhido
Vida e morte
Água e fogo
Luz e trevas
Paradoxos do infinito
Divisão de bens e maus
Ser ou não ser?
Sei ou não sei?
Quem sabe, você?
Não, ainda não!

TU SI FOIÇI ( 10 de março 2007 )

TU SI FOIÇI

Tu si foiçi
Cen oçê eu fiquei
Mi trocasti pur ôtu
Meu dezeju era oçê cun eu
Otrora eu pudia tivê
Pertudeu tu ficava
I oji ficamu taun lonji
Cen nutiça, cen un oiá
A sardadi tá matanu
I us dia si paçanu
Eu aqui cen sunçê
Prufavô vórta
Eu ti queru ti ôtraveis
Nunca vô ti insqueçê
Minha frô di jirimun
Teuzói india veju
Nun mim sai dus pensêrus
Vórta prêu ti fasê filis
Minha frô, Vórta pru teu amô

DESCULPE-ME ( 8 de março 2007 )

DESCULPE-ME

Você veio e me aliviou a alma
Desculpe-me por ser assim
Tuas deliciosas formas
Teu corpo me alimentou
Deveria ter sido mais honesto
Fui desleal, reconheço
Não te dei meu amor
Só desejei teu corpo
Lindo e sensual
Enlouquecido e perdido
Cada detalhe de teu ser
És minha linda
Teu prazer seria o meu
Em outro tempo
Sem meus problemas
Complexo sou

FIM DE TUDO ( 6 de março 2007 ) todas

FIM DE TUDO

No silêncio
Vem as palavras
Respostas para tuas perguntas

Na escuridão
Vem o teu brilho
Iluminar o meu caminho

Na solidão
Vem a autoestima
Mostrar quem somos a nós mesmos

Na tristeza
Vem a recompensa
De quem verdadeiro e amigo é

Na discussão
Vem a realidade
Diferenças jogadas na mesa

Na separação
O fim de tudo que foi bom
Uma perda de todo um tempo

OI ( 3 de março 2007 )

OI

Estás diante de mim
Oferta de amor
Te vejo por completo
Tua beleza exposta
Surpresa e desejo
Sabor em minha boca
Te querer, é normal!
Suportar te olhar
Vontade, libido desprendido
Cheiro de sexo no ar
Resistir, que tentação
Sei o teu nome
De onde chegastes
O que faz por aqui?
Eu sou este lobo
Faminto de ti
Você é a fruta
O presente dos deuses
Como chegou, partirás
Sem despedidas
Você pode voltar
Vamos nos conhecer
Outro banho
Esfriar a cabeça
Tudo recomeçar
Tudo se repete, vem!

DESVENDAR ( 25 de fevereiro 2007 ) todas

DESVENDAR

Como foi viver você?
Responderei quando descobrir
Estarei disposto a ouvir
Se puderes tudo isso explicar
Como seria se continuássemos?
Uma prova de amor cada dia
Ficaria feliz por você
Se realmente futuro tivesse
Como farei agora sem você?
Saberei esperar por alguém
A verdade é que mentimos
Não te quero mais, mas te amo!
Como dormirei em paz?
Cada hora me dói o coração
Ser feliz não depende de mim
Segredo, não fomos capaz de desvendar

É UM SONHO ( 23 de fevereiro 2007 )

É UM SONHO

Te olho e desejo
Hoje e sempre vou querer
Perfeita sinfonia corporal
Notas perfeitas em meus ouvidos

Te escuto e admiro
É hora de revelar
O teu sonho de liberdade
Maravilhosa visão de você

Te tocaria com prazer
Enlouqueço ao te ver
Sangue que desce
Este sonho que quero

Sonhar, amar e desejar
Estar, sentir e viver
Querer, tocar e gritar
Falar, revelar meu prazer

SHARED ( 11 de fevereiro 2007 ) todas

SHARED

Shadows in my heart
Disappeared colors
The white of you is gone
Remains the black of my soul
Closed feelings, stones

Broken mirrors
Reflecting my image several times
As a puzzle of my pain
Concept of a figurative world
Collapsed actions around me again

Opened smiles
Thousand hours
Sharing moments of happiness
Just the only way to survive
Together with you I guess

ÁRBOL DE PLASTICA ( 21 de janeiro 2007 ) TODOS

ÁRBOL DE PLÁSTICA

Un árbol que se fue
Cálida por la ignorancia
Intolerancia y religión

Un árbol de esperanza
Se queda en la memoria
De los hombres sensatos

Un árbol sin hojas
No crece, no tiene vida
Negación y revuelta

Un árbol de navidad
Mejor que sea plástica
Sin la sangre, sin dolor

ELITE DE MERDA ( 4 de aneiro 2007 ) TODOS

ELITE DE MERDA

Hipócritas
Gordos medíocres e mentirosos
Duas caras
Ambas sem duvidas de pau
Desconhecem a verdade
Enobrecem as mentiras
Elite de merda
Sob pedestais comprados
Com dinheiro público
Coberto de oura michelin
E falsos Rolex
Portadores de nomes bonitos
Anônimos covardes
Ganham quando muitos perdem
Perdem, entretanto a dignidade,
Se é que já tiveram
Desvalorizam tudo
Com a falsa modéstia
Defensores do próprio egoísmo
Puritanos nojentos
Estupradores da ética e da moral
Eternos escravos da arrogância
Presos em si mesmos vivem
Pagadores de propinas


Corruptos sem alma e vida

NA PELE ( 3 de janeiro 2007 )

NA PELE

Se pudesse ter sido ele
Ter tido tudo em minhas mãos
Saberia não te perder
Jamais ousaria desistir
Malgrado meu lugar
Longe de ti estava
Nem pude te conhecer
De nada adiantaria
Sua idade proibida
Princípios que me movem
Um só porém
Não te abandonaria
Por uma conseqüência
Seria mais eu
Saberia honrar minha palavra
Respeitando a tua
O mundo quis assim
Dificultar minha felicidade


Sem saber, sem você!

PRETENÇÃO ( 10 de novembro 2006 )

PRETENSÃO

Sublime estar próximo a ti
Saber respeitar
Querendo tecer tramas para você
Dificilmente escapar

Segredos expostos assim!
Carências e caricias
Lavar as mãos
Fazer o dever sem ter prognósticos

Correr contra o vento
Frear o momento
Subir um degrau e descobrir você
Saciar nossa sede em um só pensar

UM ( 7 de novembro 2006 )

UM

Dois amigos
Duas pessoas
Dois mundos
Dois amores
Dois estranhos
Duas épocas
Dois corações
Dois desejos
Duas vidas
Duas crenças
Dois lugares
Dois problemas
Duas soluções
Dois perigos
Dois motivos
Duas razões
Dois sobrenomes
Duas culpas
Dois pecados
Dois perdoados
Duas crianças
Um destino

COMEÇAR DE NOVO ( 19 de outubro 2006 ) todas

COMEÇAR DE NOVO

Começar de novo
Faz qualquer um tremer
Reviver o passado
Tudo que não devemos

Começar de novo
Traz muita aflição
Recorrer por ajuda de alguém
Se conveniente for

Começar de novo
É renascer
É ter necessidades
É continuar a viver

VOCÊ É REAL ( 15 de outubro 2006 )

VOCÊ É REAL

Me chamou pra dançar
Neguei por respeito
Insistiu por minha companhia
Adoraria estar contigo
Acompanhar-te seria tudo
Não resisti
Beijei sua boca
Perdi a cabeça, te abracei

Me chamou pra dançar
Era um bolero, concordei
Meu corpo de encontro ao teu
Tão perfeita e sensual
Excitação e magia
Meu sangue ferve em febre
Teu corpo e o meu
Numa dança, num jogo
Foi em sonho
Foi tão real pra mim
Mulher você é real

TAPA NA CARA ( 4 de outubro 2006 ) todas

TAPA NA CARA

Um mar de rosas
Sonho de todos
Um tesouro achado
Desejo de muitos
Um grito de chega
Para tanta burrice
Uma palavra de apoio
Para quem merece
Um tapa na cara
De quem se despreza
Uma brisa suave
Para todos que amam
Uma forte aliança
Pra quem quer viver
Um beijo profundo
Pra quem me amar

FALANDO SÉRIO ( 28 de setembro 2006 )

FALANDO SÉRIO

Falando sério
Muita coisa mudou
Meu olhar busca o teu
Uma força maior

Falando sério
Adorei conhecer
Perto de mim te quero
Eu sei que você vem

Falando sério
Sorrir de alegria
Abraçar-te bem forte
Quero tanto dizer

Falando sério
Você sabe de tudo
Se te amo não digo
Mas você sente

NOTHING ( 18 de setembro 2006 ) todas

NOTHING

No rain, no pain
Still waiting in vain
No shine, no bright
In the darkness without light

No noise, no choice
Expecting the sound of your voice
No joy, no toys
Thousand miles across

No tapes, no game
No sense at all to blame me
Not yours, not mine
Waiting day by day to be fine

No lies, no cry
Falling tears from the sky
No music, no rhythm
Dance in imagination

OUTRO DIA ( 13 de setembro 2006 )

OUTRO DIA

Eu soube ao te ver
Queria poder desviar
Entregue ao destino estou
Profano mistério
Desejo infindo, perdido fico

Poeira que não cai
Certeza que nunca vem
Saborear te perder
Indiscutível querer
Vulgar insistir, quero ser

Navalha cortando a carne
Fios de sangue e suor
Febre de ti, doce ilusão
Seguro firme tua mão
Puxar você pra mim

Cada poro de teu corpo
Sentir você arrepiar-se
Um toque sutil
Entregue a mim agora
Noite afora, desejo sem fim

Luzes mostram teu corpo
Curvas, formas, linhas e cor
O perfume embriagante
Teu calor junto ao meu
Acordo e não te vejo
Outro dia sem voce

OLHO PRO MUNDO ( 30 de agosto 2006 )

OLHO PRO MUNDO

Olho pro mundo
Não te vejo
Pairado no ar permaneço
Certezas de mim escapam
Saudades de um dia em vão
Viagens são uma vida
Voltar de onde fui
Criar a mais nobre emoção
Horas se passam assim
E você sempre longe de mim
Vou parar de contar e viver
Para um dia você me querer

Meu motivo é você
Minha senha é amar
Minha doce ilusão
É você coração
Olho pro mundo e agora vejo
Hoje eu posso andar
Aquilo que quero eu sei
Viajar tuas perigosas curvas
Viver pra esquecer o tempo

COM CLAREZA ( 27 de agosto 2006 )

COM CLAREZA

Com clareza
Brincando estou
Machuco-me a toa
Está ficando sério
Já não controlo nada
Deixo-me levar
Como uma onda

Com certeza
Perdido estou
Pra onde vou
E sem solução pra nada

Tentar fugir
Beco sem saída
Você pode
Você resolve

Com delicadeza
Te admiro
Respeito de meu jeito
Perto de ti me perco
Longe de ti morro
Vamos com calma
Deixa a poeira cair

SEM DESVIOS ( 23 de agosto 2006 )

SEM DESVIOS

Teu sorriso
O meu presente
Medo tens ao olhar
Incerta razão
Pura imaginação
Feiticeira menina
Tomando meu coração
Ver você sorrir é tudo
Me entendas e aceite
Abra teus braços
Medo? De que?
Errar, pecar ou ousar?
Errado não pecar
Ousadia é coragem
Coragem por amor
Covardes vivem só
Não sou covarde
Estou só por escolha
Estar com você
Cheio de coragem
Conhecer e viver
Abrir novas portas
Sem limites, sem desvios
Soluções, problemas?
Não conheço, só aceito
Tudo que a vida me oferece
Assim vivo! E você ?

ONTONTI ( 22 de agosto 2006 )

ONTONTI

Dispois di ogi
O ogi será onti
Dispois de amenhan
Será ontonti

Noçu arrelassionamentu
Cunmessô fais dois dia
É cuma si foiçi ogi
Mais ogi é dispois dontonti

Mi arrelenbru
tua vóis nus meu zuvidu
Fazenu mi arrupiá
I doidin fica

Abrinu uzói
Mim acordei
Oiêi pá tu i falei
Acorda muié

Tu arregalô teuzóião
I diçi prêu
Oi amô, tu mi acordô foi?
Craro bixinha tu nun tavenu?

Fais dois dia
Era ontonti
Ogi já nun é mais
O amenhan tarveis